Remediar, não. Prevenir é a solução!

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“Os sábios da antiguidade não tratavam aqueles que já estavam doentes e sim aqueles que não estavam… Esperar uma doença se manifestar para então ser tratada, não seria tão tarde quanto começar a abrir um poço depois de ter sede, ou começar a fundir armas depois de já terem se lançado na batalha? Não chegarão estas ações tarde demais?” (Nei Jing)

Estas palavras, de um texto médico chinês clássico escritas há 4601 anos, expressam a importância primordial da Medicina Preventiva. Elas são a prova de que a medicina chinesa tem valorizado a Medicina Preventiva acima de intervenções de emergência para as doenças.

Historicamente na China, cada aldeia estava sob os cuidados de um médico. Em troca, eles cuidavam dele (alimentação, vestimenta, etc.). O trabalho do médico tradicional chinês era manter a aldeia livre de doenças em primeiro lugar. Depois que as pessoas ficavam doentes, elas eram incapazes de suportar o médico. Fazia mais sentido para ele mantê-los bem do que esperar até que ficassem doentes.

A posição mais prestigiosa para um médico chinês era se tornar o médico pessoal do Imperador. No entanto, se o Imperador ficasse doente, o médico poderia acabar executado. O médico na China foi abençoado e amaldiçoado; para ele, a medicina preventiva era uma questão de vida ou morte!

Os médicos tradicionais chineses eram recompensados ​​por prevenir as doenças e punidos por permitir que seus pacientes ficassem doentes. O que é tão diferente na troca que vemos na saúde moderna?

Na Medicina Ocidental, os médicos só são recompensados quando existem pacientes doentes para curar. Se ninguém fica doente, a maioria das indústrias de cuidados de saúde rapidamente saem do negócio.

No Brasil, nos deparamos com uma farmácia em cada esquina, temos de três a quatro farmácias a mais por pessoa, superando a quantidade indicada pela OMS. Segundo relatório do Encontro Internacional de Farmacovigilância das Américas, o Brasil é o país com o maior número deste comércio no mundo, temos em média de 86 mil farmácias e drogarias no país.

Muitos medicamentos são isentos de prescrição médica, mas não são isentos de riscos. Segundo a Anvisa, o Brasil é o 5º na posição que mais se automedica. Há uma grande preocupação dos institutos de vigilância sanitária com a ingrata relação entre excesso de farmácias e automedicação, visto que 40% das internações por intoxicação no Brasil são causadas por mau uso dos medicamentos.

Uma vez que sabemos a natureza do nosso desequilíbrio, podemos mudar hábitos alimentares, fazer mais exercícios e prevenir com suplementos naturais, à base de óleos vegetais que podem auxiliar na prevenção de doenças.

É de extrema importância o acompanhamento periódico de uma nutricionista, uma alimentação balanceada, a prática de exercícios físicos regulares e uma suplementação adequada de vitaminas e ácidos graxos essenciais, como aqueles encontrados no ômega 3.
Com uma boa manutenção da saúde, não há preocupações em remediar!

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