Chegou a hora de falar sobre ômega 7!

Ao contrário dos ômegas 3 e 6, este ácido graxo não é considerado essencial, o que significa que ele é produzido pelo organismo. Porém, com o envelhecimento, diminuímos a quantidade produzida desse composto. Sendo assim, é interessante que tenhamos um consumo dele via alimentação, para mantermos níveis ideais de ômega 7 no organismo e continuar nos beneficiando com as suas ações metabólicas.
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Oque é ômega 7?

Ao contrário dos ômegas 3 e 6, este ácido graxo não é considerado essencial, o que significa que ele é produzido pelo organismo. Porém, com o envelhecimento, diminuímos a quantidade produzida desse composto. Sendo assim, é interessante que tenhamos um consumo dele via alimentação, para mantermos níveis ideais de ômega 7 no organismo e continuar nos beneficiando com as suas ações metabólicas.

Também conhecido como ácido palmitoleico, foi o último dos ômegas a ser descoberto. Por isso, as pesquisas sobre seus benefícios ainda estão no início. (1)

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Quais os benefícios do Ômega 7 para pele?

O ácido palmitoleico é encontrado na secreção sebácea natural da pele, principalmente nos bebês, crianças e adolescentes.  Como citado acima, à medida em que ocorre o envelhecimento, a quantidade desse ácido na pele diminui, sendo necessária sua reposição. A ingestão ou aplicação do óleo de macadâmia ajuda a compensar esta perda. (6)

A indústria de cosméticos aproveitou os efeitos benéficos da Vitamina E contida neste óleo acrescentando esse antioxidante a produtos para a pele, cabelo e corpo, a fim de ajudar a retardar os sinais de envelhecimento. (6) Além disso, é delicioso quando usado em receitas culinárias, bem como para saladas, podendo também ser usado em refogados. (6)

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Quais alimentos são fontes de ômega 7?

Ele é encontrado no óleo de macadâmia e, em menor quantidade, no abacate. (1)

Quais são seus benefícios?

O ácido palmitoleico ou ômega 7, tem ganhado destaque nas publicações científicas por ser considerado um potente anti-inflamatório e atua também como um importante sinalizador de reações metabólicas em adipócitos. (2)

Desta forma, alguns estudos propõem o seu consumo para a redução do risco de doenças inflamatórias e metabólicas.(3) Um estudo realizado em ratos obesos mostrou que a administração de ácido palmitoleico, por 12 semanas, promoveu melhora da sensibilidade à insulina, uma vez que este ácido graxo participa do metabolismo  do hormônio em questão. (4)

Este benefício também já foi verificado de forma clínica. Um estudo realizado com 17 indivíduos mostrou positiva correlação entre as concentrações plasmáticas de ácido palmitoleico e melhora da sensibilidade à insulina. Assim, sugere-se o consumo de ômega 7 para a redução deste gatilho relacionado com diabetes e outras doenças metabólicas. (5)

Sendo assim, existem evidências de que o ômega 7 possivelmente combate os fatores que causam a síndrome metabólica, atua na regulação do metabolismo, equilibra o colesterol e pode diminuir o risco de desenvolver diabetes tipo 2. (1)

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Conclusão:

Levando em consideração que, com o envelhecimento, diminuímos a produção endógena desse ácido graxo, é muito importante que fontes de ômega 7 sejam consumidas via alimentação ou suplementação, para que, dessa forma, garantimos o bom funcionamento de todos os processos orgânicos no qual ele está envolvido em nosso organismo, como citado acima. Além disso, ele também é um ingrediente indispensável para ajudar a manter a integridade e a saúde da pele, prevenindo os sinais do tempo.

Portanto, seja por fontes alimentares ou suplementares, consuma todos os dias a sua dose de saúde e beleza!

  • Referências Bibliográficas:
  1. https://www.hospitalsiriolibanes.org.br/imprensa/noticias/Paginas/Omegas-as-gorduras-do-bem.aspx. (acesso 16/07/20).
  2. PASSOS, M.E.; ALVES, H.H.; MOMESSO, C.M. et al. Differential effects of palmitoleic acid in human lymphocyte proliferation and function. Lipids Health Dis; 15(1):217, 2016.
  3. FRIGOLET, M.E.; GUTIÉRREZ-AGUILAR, R. The role of the novel lipokine palmitoleic acid in health and disease. Adv Nutr; 8(1):173S-181S, 2017.
  4. SOUZA, C.O.; TEIXEIRA, A.A.; BIONDO, L.A. et al. Palmitoleic acid improves metabolic functions in fatty liver by PPAR-alfa dependent AMPK activation. J Cell Physiol. Agosto de 2017; 232 (8): 2168-2177.
  5. KRATZ, M.; MARCOVINA, S.; NELSON, J.E. et al. Dairy fat intake is associated with glucose tolerance, hepatic and systemic insulin sensitivity, and liver fat but not beta-cell function in humans. Am J Clin Nutr; 99(6):1385-96, 2014.
  6. FRANÇA, B. H. C.; Macadâmia – cultivo e produtos derivados. REDETEC Rede de Tecnologia do Rio de Janeiro. 2007.

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